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Fatos sobre a contrução da Ponte do Ibicui
( partes da matéria da Revista Rural O Tatu - Out / 76 )

  • Dois anos de trabalho, de lutas,
    de aventuras e de mortes:
    • Obra iniciada em princípio de 1887.
    • Finalizada em 30/12/1888.
    • Nesta mesma data começou a linha de trem Uruguaiana - Itaqui.

  • A partir de abril de 1966, a ponte passou a ser rodo-ferroviária ( automóveis e trens).

  • As obras de assolhamento, para este fim levaram um ano. Começaram em abril de 1965.

  • Isso durou poucos meses, em meados do final do ano de 1966 encerrou a linha Uruguaiana - Itaqui.
  • A maioria dos trabalhadores eram brasileiros; incluindo dois indios, bugres, também argentinos, uruguaios e chilenos, além de dois ou três engenheiros ingleses, além dos dirigentes da BGS "Brazil Great Southern" ( Brasil Grande Meridional)- empresa construtora.
  • Em geral homens rudes, o quais muitos perderam a vida, pois enfrentavam: o rio, o mato,clima frio e o tórrido calor no verão; animais selvagens, pestes, pântanos, acidentes e brigas por desentendimento no trabalho ou por causa de uma 'chinoca'.
  • Com isso e outras 'cousas' com tantas mortes, que próximo a ponte foi criado um cemintério.
  • Muitos abandonavam o trabalho para ir em busca do 'Tesouro Jesuíta", que diziam haver por lá.
" James Perry & Co.
Constructors London 1888"

- o que está escrito na placa da ponte,
lado de Itaqui
.

Observe que neste período o piso
da ponte era de madeira.

Acervo Gilmar Bonorino
Fotos da Revista Rural O Tatu
Data Out / 1976
No dialeto Tupi-guarani, Ibicui
quer dizer - Rio das Areias
.

Até Abril de 1966 o movimento era intenso
na área, pois a linha do trem
Itaqui-Uruguaina estava ativa.

Na foto alguns barcos e barcas que
estavam 'por ali' neste período.


Acervo Gilmar Bonorino
Fotos da Revista Rural O Tatu
Data Out / 1976
Talhas fazendo as vezes de
modernos guindastes - foram usadas
na construção e montagem da
ponte do Ibicui.


Eram tantas pessoas envolvidas
na construção que "acabou surgindo"
um "Povoado de Ranchos" ali perto:
dirigentes, técnicos, capatazes, peões,
mulher
es e bolicheiros, etc...


Acervo Gilmar Bonorino
Imagem da Revista Rural O Tatu.
Ilustração de Amândio Bicca
Data Out / 1976
A Velha Barca, que muitas vezes prestou impagáveis serviços, durante longos anos, na travessia do Ibicuí;
tanto antes e muito tempo depois da construção, pois a ponte era exclusiva para o trem.


Antes transportava carretas, diligências, charretes, jardineiras, tilburis e gaúchos e seus "pingos"...
com o surgimento dos veículos motorizados, a barca passou a transportar automóveis, tratores e caminhões.

Parou em 1966, quanto a ponte foi
assoalhada para servir ao trânsito rodoviário.



Acervo Gilmar Bonorino
Imagem da Revista Rural O Tatu.
Pintura de Oscar Crusius.
Data Out / 1976

Foto vista do lado do Itaqui..

A ponte tem 1500 metros.

Acervo Gilmar Bonorino
Fotos da Revista Rural O Tatu
Data Out / 1976

"Em 1976 um conhecedor de muitos fatos, histórias e "causos" e lendas era sem dúvida Johannes Fuhrmann, ou "João da Draga", que aparece na foto de calça arregaçada e casaco no ombro".

Acervo Gilmar Bonorino
Fotos da Revista Rural O Tatu
Data Out / 1976

Travessia controlada de ambos os lados...
aqui a casilha bem nova.

" Na foto, o guarda "Bahiano", seu amigo, o "gaúcho', "Don" Átila e o reporter

Acervo Gilmar Bonorino
Fotos da Revista Rural O Tatu
Data Out / 1976
Um ponte muitas histórias, lendas e 'batalhas'.

Acervo Gilmar Bonorino
Fotos da Revista Rural O Tatu
Data Out / 1976
Ponte da B.G.S em plena
atividade ferroviária.



Acervo Bibliotéca Municipal de Itaqui
Fotos da revista A Ordem
Data Dez / 1929
Nesta imagem tem um trem
parado, e muitas pessoas trabalhando ou
em pose para o fotógrafo.



Acervo Bibliotéca Municipal de Itaqui
Fotos da revista A Ordem
Data Dez / 1929